Maria Rubinke


Desde que se formou na Escola de Cerâmica e Vidro de Bornholm, na Dinamarca, Maria Rubinke tem chamado muita atenção com suas esculturas, que quebram os paradigmas estéticos tradicionais relacionados com figuras pequenas e frágeis.


A inocência e delicadeza de crianças, animais e anjos e da própria porcelana, material utilizado nas esculturas, são colocadas à prova.
Sangue e vísceras contrastam com o branco da porcelana e a fragmentação e deformação de figuras tradicionalmente vulneráveis nos trazem de volta à realidade. Segundo a artista, a ideia é criar um contraste entre as imagens angelicais e imagens de terror. O contraste de cores, assegura este efeito.


Seu trabalho foi exibido na galeria Hans Alf Gallery, em Copenhague, e na verdade, só olhando literalmente para o seu trabalho para descobrirmos como ele poder ser maravilhosamente insano.





E pelo jeito Maria Rubinke tem conseguido atingir seu objetivo. Por onde sua exposição passa, causa horror, choca as pessoas, mas ao mesmo tempo encanta pela plástica e coragem de seu trabalho.



O choque visual e contrastante, é reafirmado assim que as pessoas conhecem sua escultora. De rostinho angelical e frágil, Maria Rubinke, causa espanto ao lado de suas esculturas, que traduzem com nitidez o seu interior. Por fora tão angelical e por dentro uma explosão de criatividade.






Talvez seja todo este contraste, angelical/horror/branco/vermelho/surrealismo/escultora, que tem somado cada vez mais fãs e colecionadores por onde passa.


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